Garotos de 10 a 14 anos podem participar
Allan Tahira dos Santos e Enrico Romanelli Novais estão entre os atletas do basquete CCP Assim como a pré-escola, o esporte também precisa de uma base solidificada para criar entusiasmo nas veias esportivas de um atleta a partir de sua infância. O beabá das modalidades planta nas crianças a semente disciplinar que abrange o conhecimento para a vida esportiva.
Para treinar novos talentos e prever futuros bons profissionais, o Clube de Campo de Piracicaba abre suas portas mais uma vez para peneiras de basquetebol. A partir da próxima semana, garotos nascidos entre 1999 e 95, associados ou não do CCP, podem participar dos testes realizados no ginásio poliesportivo do Clube, entrada pela Avenida Renato Wagner. As inscrições deverão ser feitas na hora com apresentação de documento de identidade (RG).
Segunda e quarta-feira, 9 e 11 de novembro, às 14h30, acontece a peneira para os nascidos em 1995. Logo depois, às 18h, participam dos testes os que nasceram em 1999, 98 e 97. Terça e quinta-feira, 10 e 12 de novembro, às 16h30, será a vez dos nascidos em 1996.
Os garotos que se destacaram nos testes farão parte da equipe de basquete do CCP. Ariel Rodrigues, professor e técnico, explica que a melhor maneira de ter um bom desempenho na hora da prova é mostrar as habilidades com calma. “Faremos testes de reflexo, pontaria, habilidades no jogo e estrutura corporal”.
Ensino que dá certo. A escolinha de basquete é um dos exemplos de que as modalidades seguem o roteiro esportivo desde muito cedo no CCP. “Até chegar à cesta, o garoto precisa aprender muita coisa. É importante saber que eles não aprendem apenas a acertar uma bola em um círculo, mas a ter disciplina e muita responsabilidade em grupo”, afirma Ariel. Segundo ele, a criança que nunca teve contato com o basquete, pode desenvolver suas habilidades ao longo dos treinos. “O garoto entra sem saber nada, mas logo se apaixona pelo esporte.”
A escolha dos pais tem de ser consciente. “O garoto precisa se adaptar ao esporte, mas a palavra dos pais é decisiva nesta escolha. Se os pais orientam seu filho a praticar basquete, vai trazer pra sua vida muita qualidade de vida num ser humano que saberá trabalhar em equipe para conquistar suas metas”, reforça Ariel.
O garoto Allan Tahira dos Santos, 10 anos, diz que entrou para o basquete por influência do pai e dos irmãos. “Eles já jogavam há um tempo e meu pai também quis que eu praticasse”, afirma. Há mais de um ano na escolinha, Allan não pensa em sair tão cedo. “Jogo por diversão, mas se eu conseguir, quero ser um profissional”. Já o colega Enrico Romanelli Novais, oito anos, está há um mês na escolinha e já aprendeu muita coisa. “Gosto de arremessar, fazer bandejas e passes.” Ele também conta que é um grande fã do jogador Michael Jordan.